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Fonte : KUP
CNE proclama MPLA vencedor das eleições entre contestação pela oposição
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A Comissão Nacional Eleitoral proclamou o MPLA (Movimento Popular de Libertação de Angola) e João Manuel Gonçalves Lourenço vencedores das eleições gerais de 23 de Agosto de 2017, com 4 milhões 164 e 157 votos equivalentes a 61,07%. De acordo com esses resultados divulgados dias 6 de Setembro de 2017, João Manuel Gonçalves Lourenço e Bornito de Sousa são proclamados, respectivamente Presidente e vice-presidenteda Répública de Angola.

Com esses resultados, o MPLA conseguiu eleger 150 deputados, enquanto a UNITA ficará no próximo Parlamento com 51 deputados, dos quais 35 foram eleitos pelo circulo nacional do círculo nacional e 16 pelo circulo provincial.

A terceira força no parlamento angolano continuará a ser a CASA-CE que conseguiu eleger 16 Deputados.

O PRS vem em quarto lugar com 2 Deputados, a FNLA com 1 Deputado vem em quinto lugar. O partido Aliança Patriótica Nacional (APN) de Quintino Moreira que teve um desempenho na ordem de 0,51% não elegeu nenhum deputado.

Com a apresentação dos resultados definitivos termina o processo eleitoral referente às eleições de 2017, que iniciou com a actualização de dados eleitorais em Agosto de 2016, contestadas, entretanto pela UNITA, CASA-CE, PRS e FNLA.

Numa declaração conjunta, emitida domingo 3 de Setembro, os Presidentes da UNITA, CASA-CE, PRS e FNLA declararam, inconstitucional e ilegal o processo de apuramento dos resultados eleitorais das eleições de 23 de Agosto passado.

Disseram não aceitar quaisquer resultados produzidos à margem da lei, reclamaram a realização de um novo escrutínio provincial.

Na mesma declaração conjunta, os líderes acima citados propunham a criação de uma Comissão de Bons Ofícios da Sociedade Civil e das Igrejas para apurar a veracidade dos factos e aferir da justeza do processo, ao mesmo tempo que anunciam recorrer a outras formas de luta previstas na Constituição e na Lei.

As posições assumidas pelos Presidentes dos Partidos da Oposição decorriam da constatação de que que, com excepção de três províncias, nomeadamente Cabinda, Zaire e Uíge, nas restantes não houve apuramento nos termos da Lei.

“O pretenso escrutínio apenas se restringiu à verificação dos votos nulos, brancos e reclamados. O processo ficou ainda mais ensombrado com o desaparecimento de urnas, o surgimento de novas urnas, o desaparecimento de votos, entre outras irregularidades”, denunciam os Presidentes.
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Terça-feira, 19 de Setembro de 2017