Liga da Mulhere Angolana
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Fonte : UNITAANGOLA
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LIMA Presente e em grande na chama do Militante Sob o Lema - "Forças Armadas de Libertação de Angola: uma missão, uma História"
A história da UNITA, é no fundamental, embora num percurso acidentado, a história de uma luta Resistência permanente e constante na defesa dos interesses sublimes e direitos dos desfavorecidos, dos explorados e oprimidos de Angola, que visou construir uma sociedade nova, que se quer inclusiva e melhor para todos, o que exige, primordialmente, confiança no filho de Angola, nas suas reais capacidades físicas e intelectuais, buscou ontem, busca hoje e buscará sempre a afirmação real de Angola no contexto das Nações Africanas e do Mundo como um todo. Seja qual for o tempo e imensidão, pois a caminhada pode ser tenebrosa, tortuosa, mas a causa da UNITA que é a causa dos Angolanos que vem desde 1964, há de triunfar, não mais por via das armas, mas por via luta política.

As EX-FALA – Forças Armadas de Libertação de Angola a semelhanças de outras forças surgidas na razão de libertar Angola das amarras colonialistas, missão cumprida com bravura, a sua história é antropossociopolítico-cultural escrita na arena histórica de Angola, da África e do Mundo que não se apagará, nunca.

É imperioso escrever de forma desapaixonada e com vínculo de responsabilidade, a real História de Angola. Ninguém melhor a escreverá a história real do nosso país, senão os verdadeiros patriotas, aqueles que se bateram, contra toda invasão e humilhação estrangeira, dando suas vidas, alguns com campas conhecidas e outros tantos, infelizmente, nem por isso.

O dia 24 de Janeiro, comemorado ontem e num Acto antropossociohistóricopolítico-tradicional da UNITA, a CHAMA DO MILITANTE, Sob o Lema: FORÇAS ARMADAS DE LIBERTAÇÃO DE ANGOLA: UMA MISSÃO, UMA HISTÓRIA, tem no seu cerne, na sua essência, uma carga elevada de simbolismo cultural que os Angolanos maduros devem interpretar, preservar e tirar dele o melhor que tem e conferir aos sobreviventes o reconhecimento, a honra e a dignidade que lhes cabe, merecidamente.

Foi um quanto tanto memorável e gratificante este Acto Tradicional da UNITA que conheceu um interregno, mas, muito recentemente retomado; desde o documentário das EX-FALA, ao momento do acender da Tocha da fogueira do Militante pelo Presidente do Partido; à declamação do poema "NÃO ACREDITES NELE CAMARADA", de autoria do Presidente Fundador, Dr. Jonas Malheiro Savimbi; à leitura da Declaração do Comité Permanente do Partido; à Narrativa histórica feita pelo General Abílio Kamalata Numa até à breve e muito objectiva intervenção do Presidente da nossa gloriosa UNITA, Engenheiro Adalberto Costa Júnior.

Os factos heroicos são dignos de serem à todas as gerações contados com realismo e alta responsabilidade. Foi o que assistimos e ouvimos ou constatamos ontem, dia 24 de janeiro e para muitos e muitas foi um recuo ao tempo e mensuração das responsabilidades que temos na luta política! A NOSSA GRATIDÃO.

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Sexta-feira, 12 de Abril de 2024